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Cidades de SP ganham prêmio de Melhor Saneamento Básico do Brasil

O levantamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) em municípios com mais de 100 mil habitantes reconhece o trabalho feito pela Sabesp em Poá, Santos, Franca e Pindamonhangaba. Essas quatro cidades serão premiadas, nesta quinta-feira (28), com o título de melhor saneamento no País.

Na categoria “Rumo à Universalização”, a média geral do Brasil foi de 496,05 pontos. As cidades top 10 da Sabesp alcançaram notas maiores: Poá (499,98); Santos (499,87); Franca (497,83); e Pindamonhangaba (497,73). Além dessas, a Companhia também tem entre as 29 melhores do ranking os municípios de Taubaté, São José dos Campos e Botucatu.

Para classificá-las, o ranking avalia o percentual de pessoas atendidas pelos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e também a coleta e destinação de resíduos sólidos.

Investimentos

Em Poá, por exemplo, a mais bem colocada entre as quatro atendidas pela companhia, a Sabesp prevê investir, nos próximos 30 anos, R$ 71,2 milhões para captação e tratamento de água, reservação, redes e ligações, redução de perdas e troca de redes antigas para acompanhar o crescimento populacional.

O ranking completo pode ser consultado pelo site da Abes. A premiação das cidades ocorrerá dentro da programação do II Simpósio Ranking ABES, nesta quinta-feira (28), das 9h às 12h, no auditório do Conselho Regional de Química (CRQ), em São Paulo.

Fonte: Portal do Governo

Link: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/cidades-de-sp-ganham-premio-de-melhor-saneamento-basico-do-brasil/

 

 

28/03/2019 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Cidades de SP ganham prêmio de Melhor Saneamento Básico do Brasil)

Pujança do Interior atrai maioria dos investimentos

As cidades do Interior do Estado de São Paulo têm atraído cada vez mais investidores por unir o desenvolvimento econômico e qualidade de vida. Não por acaso, no ano passado, o Interior foi responsável por 80% do Produto Interno Bruto (PIB) de todo o Estado e quase um terço do PIB do País.

Dados da consultoria especializada IPC Marketing Editora mostram que a região terminou 2018 como o maior mercado consumidor do Brasil. O Interior responde por 53,4% de todos os recursos investidos em educação, vestuário, saúde, transporte, habitação, alimentação, entre outros, em todo o Estado de São Paulo. Esses gastos ultrapassam os R$ 650 bilhões ao ano.

O chamado quadrilátero paulista, que integra as cidades de Campinas, Santos, São José dos Campos e Sorocaba, tem mais de 30 milhões de habitantes, sendo uma das populações mais numerosas do Hemisfério Sul, de acordo com estudo da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa) com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

Essa concentração populacional atrai companhias da Capital e de outros estados que almejam oportunidades de crescimento e facilidades, como um sistema viário eficiente para o escoamento da produção, formado por rodovias, portos e aeroportos.

Vale do Silício

Campinas, por exemplo, que é conhecida como o “Vale do Silício” brasileiro, um dos principais pólos tecnológicos da América Latina, e reúne 30 das 500 maiores empresas de alta tecnologia do mundo.

Além disso, a região conta com importantes instituições de ensino superior, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Faculdade de Tecnologia (Fatec), entre outras.

Com tudo isso, o PIB do chamado quadrilátero paulista, ultrapassa a marca de R$ 1 trilhão ao ano, o que representa 80% do PIB de todo o Estado de São Paulo e 27% de toda a riqueza do Brasil.

No ranking das 25 melhores cidades para se viver no Estado de São Paulo, 19 são do Interior. O levantamento leva em conta fatores como educação, renda e expectativa de vida, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), órgão das Nações Unidas.

RMC

Na Região Metropolitana de Campinas (RMC), Holambra é um bom exemplo. A cidade ocupa a 7ª colocação no ranking do IDMH da região e a 32ª no ranking nacional, com índice de 0,79, um diferencial que faz pesa na hora de atrair investimentos.

Fonte: Correio Popular

Link:http://correio.rac.com.br/_conteudo/2019/03/campinas_e_rmc/647764-pujanca-do-interior-atrai-maioria-dos-investimentos.html

07/03/2019 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Pujança do Interior atrai maioria dos investimentos)

Estado garante de R$ 59 milhões para municípios da Grande São Paulo
01/03/2019 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Estado garante de R$ 59 milhões para municípios da Grande São Paulo)

Governo e Prefeitura apresentam plano para concessão das marginais

O Governo do Estado de SP publicou, nesta quarta-feira (27), o edital de chamamento público para que empresas e pessoas interessadas apresentem estudos para a revitalização, modernização e manutenção das marginais Pinheiros e Tietê.

O Governo espera modelos de engenharia técnica e soluções para o futuro das marginais, com a prerrogativa de que não haverá cobrança aos usuários dessas vias.

Junto com o chamamento, o Governador João Doria e o Prefeito Bruno Covas assinaram protocolo de intenções para compartilhamento de documentos e projetos para melhorias e manutenção das vias.

“A estimativa é de um investimento privado de R$ 3 bilhões de reais”, afirma o Governador. “A meta é que, até o final de 2022, a maior parte das intervenções esteja feita. Aquelas que são substantivas, fundamentais para manutenção, preservação e segurança estarão implantadas”, acrescentou Doria.

No protocolo, também está prevista a discussão sobre os instrumentos jurídicos necessários para viabilizar a concessão a partir da regularização do domínio das marginais.

“O chamamento público tem um cronograma e dá cinco meses para que os estudos da iniciativa privada sejam enviados e consolidados. A expectativa é que até o final do ano tenhamos o modelo definitivo para lançarmos o edital”, explicou o vice-governador Rodrigo Garcia, presidente do Conselho Gestor de PPPs.

Ele frisou que a proposta não prevê a cobrança de pedágios, e sim que o futuro concessionário seja remunerado diretamente pelo poder público. “A concessão das marginais será uma vitrine para o Brasil todo”, afirmou.

No chamamento, o Governo também prevê o recebimento de um segundo modelo de estudos que foque no trecho da Rodovia Raposo Tavares, da marginal Pinheiros até o km 34.

Para o prefeito de São Paulo, o trabalho em conjunto com o Governo do Estado é fundamental para tirar do papel medidas que impactam a vida das pessoas de forma direta e positiva. “A parceria é total. A integração é forte, presente e vai continuar a existir. Tenho certeza que quem ganha com isso não é o prefeito ou o governador, quem ganha com isso é a população”, afirmou Bruno Covas.

A partir da publicação do chamamento, os interessados têm até 10 dias úteis para solicitar autorização ao Conselho Gestor e participar do chamamento. Somente com a autorização, os estudos poderão ser feitos. O prazo para a apresentação das propostas é de 150 dias.

“A iniciativa faz com que possamos proporcionar uma segurança melhor e conforto para os usuários, além dos níveis que já existem hoje. Isso mostra que há uma total aderência entre os interesses da Prefeitura e do Governo do Estado em relação à gestão das marginais”, salientou o secretário de Estado de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto.

Os interessados devem consultar a plataforma digital de parcerias do Governo do Estado de São Paulo

Fonte: Portal do governo

Data: 27/02/2019

Por: Redação

Link: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/governo-de-sp-e-prefeitura-apresentam-proposta-para-concessao-das-marginais/

28/02/2019 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Governo e Prefeitura apresentam plano para concessão das marginais)

Região Metropolitana discute temas relevantes para municípios

Transporte, habitação e criação de uma Câmara Técnica para questões da Saúde foram os assuntos abordados na 12ª reunião.

Representantes dos 34 municípios da Região Metropolitana de Ribeirão Preto estiveram na manhã desta segunda-feira, dia 25 de fevereiro, na AEAARP (Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto) para a 12ª reunião de trabalho desde a criação da RMRP, em 2017.

O prefeito Duarte Nogueira, presidente do Conselho de Desenvolvimento, abriu a sessão com a aprovação da pauta da última reunião, ocorrida em 17 dezembro de 2018.

O subsecretário de Assuntos Metropolitanos, Marcos Camargo Campagnone, citou a importância econômica das Regiões Metropolitanas. “Há estudos da Organização para a Cooperação do Desenvolvimento Econômico que mostram que as Regiões Metropolitanas são as principais geradoras das riquezas dos países”, esclareceu.

Campagnone também falou da relevância das Regiões Metropolitanas de outros países, como a de Tóquio, que gera 40% da riqueza do Japão; Paris, que gera 30% da riqueza da França; Lagos, com 30% da riqueza da Nigéria, e a macrometrópole paulista, que junto com a RM de Ribeirão Preto gera quase 30% da riqueza nacional. Se for estendida à RM do Rio de Janeiro, resultará em 35% da riqueza nacional gerada em apenas 1% do território brasileiro.

“Portanto, são áreas que devem ser planejadas, muito estudadas e este estudo começa justamente quando há a institucionalização do território, trabalho que no nosso caso vem sendo desenvolvido por meio da Emplasa, através das Unidades de Informações Territorializadas (UITs)”, concluiu.

Luiz José Pedretti, diretor vice-presidente da Emplasa, explicou sobre o trabalho de compilamento dos dados socioeconômicos para construção da plataforma das Unidades de Informações Territorializadas, mais conhecidas por atlas digital.

“Ao consultar a plataforma, vocês prefeitos verão uns 100 números de atividades econômicas presentes na RMRP e o nível de relevância, se é alta ou baixa, se está ou não em expansão. Por outro lado, nós temos problemas, vantagens, ameaças e oportunidades. O problema existente na RMRP é o alto grau de dependência dessa região na produção sucroalcooleira e a mobilidade regional com o estado de conservação de algumas vicinais”, informou sobre o levantamento. 

A Emplasa contratou a Fundação Escola de Sociologia e Política para o desenvolvimento dos projetos com o levantamento bibliográfico, elaboração dos gráficos e entrevistas com órgãos do poder público e iniciativa privada com todos os municípios da região e realizou oficinas em Jaboticabal, Santa Cruz da Esperança, Ribeirão Preto, bem como as oficinas em Patrocínio Paulista e São Joaquim da Barra, referente à área de aglomeração urbana de Franca, com 53 municípios.

O superintendente do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, Dr. Benedito Carlos Maciel, disse que o atendimento da Unidade de Emergência do HC poder ser prejudicado com o risco de superlotação devido ao grande número de pacientes da cidade e da região.

“A gente está preocupado porque a tendência é de uma sobrecarga insuportável do ponto de vista de atendimento. Achamos que seria interessante criar um grupo do hospital para fazer um estudo e a necessidade de uma nova unidade de emergência no futuro, já que está se discutindo aqui uma Região Metropolitana”, disse.

Diante da complexidade do problema e da urgência em se discutir soluções, o presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMRP, Duarte Nogueira, propôs a criação de uma Câmara Técnica da Saúde, formada pelo Dr. Benedito Carlos Maciel, Dr. Celso Luiz Lopes (Diretor da DRS XIII - Secretaria Estadual da Saúde) e membros de oito municípios: Ribeirão Preto, Sertãozinho, Pradópolis, Serrana, Cravinhos, Batatais, Mococa e Guariba.

“O secretário executivo é o Dr. Celso Lopes e espero que todos os municípios que se habilitaram para estarem na Câmara Temática estejam presentes nas reuniões para que possamos ter a melhor discussão possível e os melhores resultados a serem apresentados ao Conselho Diretor da RMRP”, ressaltou Duarte Nogueira.

Na reunião desta segunda-feira, os prefeitos também discutiram outras questões da área da saúde como os convênios firmados com a Funasa. A Fundação Nacional dos Municípios havia feito restrições às cidades com menos de 50 mil habitantes. Mas, a expectativa é que essas prefeituras vão poder se conveniar com a Fundação Nacional de Saúde.

A próxima reunião da RMRP está marcada para o dia 1º de abril. O prefeito de Ribeirão Preto pediu aos colegas prefeitos para que se organizem sobre a eleição da diretoria executiva, pois, está encerrando o mandato de dois anos à frente do Conselho de Desenvolvimento da RMRP. “Vou prestar conta do meu mandato na próxima reunião, mostrar tudo que a gente conseguiu e o que ficou pendente, e eleito o próximo presidente ou a próxima presidente eu estarei aqui para ajudar e dar sequência ao trabalho desenvolvido até agora”, finalizou Nogueira.

Fonte: Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto

Link:http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/J332/noticia-imprimir/42107

26/02/2019 Leia na íntegra a mat&ecute;ria (Região Metropolitana discute temas relevantes para municípios )

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